domingo, 19 de janeiro de 2014

Minha parede amarelinha.

E depois de muito tempo, transformei uma parede da minha salinha.

Não gostava do antes, era muito sem vida, fria. 




Há tempos queria modificar esse cantinho, mas nunca dava prioridade pra ele, tanto que esqueci completamente o nome da tinta que comprei há mais de um ano, não veio escrito na lata, como mandei fazer, o que veio foi um número. Misturei o conteúdo da lata, 900 ml em 1800 ml de tinta branca, pois tinha ficado um amarelo muito forte, e eu não gostei.

Lixei todo o rack e dei três demãos do esmalte sintético fosco branco + branco da Suvinil.


E na parede usei a tinta fosca da Coral (não lembro o nome da tinta, juro).





Repintei as telas de orquídeas que estavam guardadas.




Comprei três quadrinhos e uma floreira de mdf, pintei com a mesma tinta do rack.



E aqui, ela finalizada.





E que tal você se animar e mudar alguma coisa em sua casa?





sábado, 4 de janeiro de 2014

Museu de Imagens do Inconsciente - Nise da Silveira

“Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas muito ajuizadas” 
Nise da Silveira
Um dia  fui procurar saber quem era Nise da Silveira e me encantei. Mulher inteligente, forte, persistente, generosa. Foi a única mulher a se formar em Medicina em 1926, entre 157 homens. Uma das primeiras mulheres a se formar em Medicina no Brasil. 

"Dedicou sua vida à psiquiatria e manifestou-se radicalmente contrária às formas agressivas de tratamento de sua época, tais como o confinamento em hospitais psiquiátricos, eletrochoque, insulinoterapia e lobotomia.


Por sua discordância com os métodos adotados nas enfermarias, recusando-se a aplicar eletrochoques em pacientes, Nise da Silveira é transferida para o trabalho com terapia ocupacional, atividade então menosprezada pelos médicos. Assim em 1946 funda nesta instituição a "Seção de Terapêutica Ocupacional".


Em 1952, ela funda o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro, um centro de estudo e pesquisa destinado à preservação dos trabalhos produzidos nos estúdios de modelagem e pintura que criou na instituição, valorizando-os como documentos que abrem novas possibilidades para uma compreensão mais profunda do universo interior do esquizofrênico." - fonte wikipédia

Eu fiquei fascinada com as artes feitas pelos pacientes. É uma viagem à mente humana.


Para chegarmos até o Museu, passamos por alguns pacientes internos que circulam pelo pátio, ele fica dentro do Centro Psiquiátrico Pedro II.







Biografia de Arthur Amora no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS


Biografia de Abelardo Corrêa no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS




 











Biografia de Carlos Pertuis no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS






Biografia de Isaac Liberato no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS


Biografia de Fernando Diniz no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS








Biografia de Adelina Gomes no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS








Biografia de Emygdio de Barros no site do Centro Cultural do Ministérios da Saúde - CCMS









Museu de Imagens do Inconsciente

Rua Ramiro Magalhães, 521
Engenho de Dentro

Horário: Seg-Sex, 9-16h 
Entrada franca. Visitas guiadas com marcação prévia 

Telefone: 21 3111-7464 / 3111-7465 / 7466


Em breve será lançado o filme “Nise da Silveira – Senhora das imagens", tendo Glória Pires no papel da psiquiatra.